LÁ DA COMPANHIA…

DEI UM PULO lá na Companhia das Letras. A vontade é de mandar embrulhar a loja toda, sabecumé. Mas, como não sou motorista da Famiglia, contentei-me com esses:

livros companhia
– T.S. Eliot, Poemas, em tradução de Caetano Galindo [que é o melhor tradutor de James Joyce, diga-se];

– a biografia de Raspútin, por Douglas Smith;

– Thomas Mann, O eleito, um dos mais brilhantes romances que já li; e

– James Baldwin, Terra estranha, autor de quem têm falado muito e recebido muitos elogios. Não sei qual o pito que toca.

Aqui do alto da goiabeira, juro que esses são os derradeiros de 2018.

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